Dia Mundial do Combate ao Bullying

Hoje, dia 20 de outubro, assinala-se o Dia Mundial de Combate ao Bullying, com o objetivo de alertar toda a gente para o grave problema, que muitos jovens vivem ou já viveram, de violência, perseguição, escárnio e gozo, com consequências dramáticas e, mesmo, trágicas. Muitos destes episódios passam-se, infelizmente, no espaço escolar, que urge combater. Obrigado, pela tua colaboração!

Dia Mundial do Combate ao Bullying e ao Ciberbullying

Uma história de bullying no passado: a violência entre jovens, na sociedade esclavagista do Brasil, no século XVII.

“Ataque Holandês a Olinda, em 1630, Pernambuco”, ilustração de John Ogilby, 1671, in A Terra de Santa Cruz.

Hoje, dia 20 de outubro, assinala-se o Dia Mundial de Combate ao Bullying, com o objetivo de alertar toda a gente para o grave problema, que muitos jovens vivem ou já viveram, de violência, perseguição, escárnio e gozo, com consequências dramáticas e, mesmo, trágicas. Muitos destes episódios passam-se, infelizmente, no espaço escolar. Tentando criar um paralelo entre o que é a violência dos jovens, nas escolas de hoje, em muito, transferida para o espaço virtual das redes sociais (Ciberbullying),  e a violência entre jovens de ontem, deixo-vos uma dramatização histórica, que ficcionei, e que aborda, simultaneamente, o racismo e a discriminação, num Engenho de açúcar, no Brasil, do século XVII.

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Os Azulejos de Lisboa

Painel de azulejos, detalhe, mercado da Ribeira Velha e casa dos Bicos, Lisboa, cerca de 1720, museu da Cidade, Lisboa. Foto: @foartista.

Os azulejos de Lisboa estão por todo o lado! Subindo e descendo as colinas, por todos os bairros e ruas, praças, becos e calçadas. Estão na Baixa, por Alfama, pela Mouraria, na Graça, em São Vicente, São Paulo, Santa Catarina, Bairro Alto, Lapa, Estrela, Alcântara ou Belém, é só escolhermos por onde começar. Cruzam-se connosco a todo o momento, quando passeamos pelos bairros e freguesias da cidade, e vão ao encontro do nosso olhar, mesmo que estejamos distraídos. Sorriem-nos com os seus padrões, que se multiplicam e repetem em fachadas intensas e coloridas, criando iconografias que nos contam ou sugerem histórias e fazem de Lisboa, uma galeria de arte urbana a céu aberto e coberto, tornando-a uma cidade única, sem paralelo na Europa.

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