Dia Mundial da Terra

Dia Mundial da Terra, 22 de abril. Cartaz de FOArtista, Biblioteca e Centro de Recursos – Escolas, 2021.

O Dia Mundial da Terra comemora-se todos os anos, desde 1970, quando o senador americano Gaylord Nelson resolveu realizar um protesto contra a poluição da Terra, instituindo este dia como uma chamada de atenção contra a poluição e pela preservação do ambiente e da sustentabilidade do planeta. É um dia em que os cidadãos devem realizar um acto simbólico em defesa da Terra, como plantar uma árvore, evitar o uso de plásticos ou separar o lixo, por exemplo. Numa altura em que assistimos ao aquecimento global, à extinção de muitas espécies animais, ao desmoronar de muitos dos glaciares e consequente subida do nível das águas do mar, bem como a escassez de água potável, tornam este dia muito especial para a formação de consciências amigas do ambiente e da biodiversidade.

D. Sancho I, “O Povoador”

Painel de azulejos, rei D. Sancho I, jardins do Palácio Galveias, finais do século XVIII, Lisboa. Foto: @foartista.

Conhecido como “O Povoador”, o 4º filho de D. Afonso Henriques e D. Mafalda, nasceu em 1154, em Coimbra, com o nome de Martinho, que mudou mais tarde. Casou em 1174, aos 20 anos, com D. Dulce de Aragão. Reinou de 1185 a 1211, quando faleceu, aos 57 anos. Dedicou muito do seu esforço governativo à organização política, administrativa e económica do reino, ficando também conhecido pelo seu gosto pelas artes e literatura.

Falhar para aprender

Mentalidade de Crescimento vs. Mentalidade Fixa, vídeo de Sprouts, YouTube, 5:03m, 15/04/2016.

Ter medo de aprender? Saber estar receptivo à aprendizagem? Saber enfrentar os problemas e os desafios como uma oportunidade de aprendizagem? Ou fugir dos problemas para evitar o medo de falhar? Este interessante vídeo dá-nos algumas pistas que identificam parte do problema que leva ao insucesso e algumas das respostas possíveis para o sucesso escolar. Não ter medo de errar, de falhar de novo, de recomeçar e de falhar menos a seguir, não ter medo da mudança. Aprender a viver a vida com generosidade, receptividade e imaginação.

As leituras dos rapazes

Guys Read, vídeo de Reading Rockets, YouTube, 0:53m, 19/03/2014.

Será a literatura infantojuvenil uma questão de género? Tentemos traçar um quadro de diferenças entre o universo dos rapazes e o universo das raparigas, ao nível do seu crescimento, dos contextos económicos e socioculturais, geográficos, da sua educação (família e escola), experiências, mentalidades, estereótipos, sucesso e insucesso, entre outros, que influenciam as suas escolhas e níveis de leitura e que a tornam uma questão de género, influenciando, necessariamente, os mediadores e a oferta disponível. O que é igual e o que é diferente? Quais as subtilezas a que temos que estar atentos, para melhorarmos ou adequarmos, da melhor maneira possível, a nossa mediação da leitura? Como reagir e ultrapassar estereótipos? Até que ponto a nossa crença na igualdade e na diversidade são reais? Até que ponto somos complacentes ou deixamos de perceber essas diferenças?

Fernando Oliveira, MGIBE-15, LIJ, 2021.

A importância da leitura

Eu… leitor! Pedro Seromenho, Plano Nacional de Leitura 2027, YouTube, 3:32m, 20/3/2021.

“Quando lemos, voamos como pássaros, trepamos como macacos, mergulhamos com golfinhos e corremos como gazelas. Deixamos de ser meros humanos e tornamo-nos em heróis gregos que enfrentam os deuses olimpianos ou, então, em nobres cavaleiros que viajam no tempo da nossa História para nos contarem donde viemos. Tudo se torna mais perto, mais óbvio. Ficamos a conhecer mundos novos, mas quem não lê nunca há-de lá chegar. Fica aquém, sem o saber”. Pedro Seromenho, 2021.

Aniki-Bóbó

Aniki Bóbó (filme completo), de Manuel de Oliveira, 1942, Hans Beckert, YouTube, 1:08:11m, 2018.

Este filme conta-nos uma história sobre um grupo de miúdos pobres, Carlitos, Eduardo e Terezinha, que vivem no Porto nos anos 40. A relação entre os três irá ditar a construção da narrativa, com muitas aventuras, conflitos,  amores e desamores. Realização de Manoel de Oliveira, Portugal, 1942. Duração: 1H08M.

As origens da Fábula

A fábula da Cigarra e da Formiga, ilustração de Fernando Oliveira, técnica mista s/digital, 2004.

Este género narrativo já era cultivado pelos Sumérios no séc. XVIII a. C. Os grandes nomes conhecidos na Antiguidade, como autores de fábulas, foram Esopo (séc. VI a. C.) na Grécia, e Fedro (séc. I d. C.) em Roma. Do primeiro, são conhecidas as fábulas do “Rato do campo e rato da cidade”, “A raposa e o corvo”, “A cegonha e a raposa”, e “A cigarra e a formiga”, entre muitas outras.

Outro grande autor de fábulas foi Jean de La Fontaine , no séc. XVII. Recriou muitas das fábulas de Esopo, que tinha caído no esquecimento. São muito conhecidas “A fábula da cigarra e da formiga”, “A raposa e as uvas”, “O lobo e o cordeiro”, “A tartaruga e a lebre”, etc. Algumas das suas fábulas foram traduzidas e recriadas no século XVIII pelo nosso poeta Bocage, que cultivava este género. Almeida Garrett e João de Lemos, no século XIX, também se dedicaram às fábulas. O escritor dinamarquês do século XIX, Hans Christian Andersen, ficou conhecido devido às suas muitas fábulas, histórias de fadas e literatura de viagens.